Parte 5/5 - Projetos

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Parte 5/5 - Projetos

Mensagem  Saimon em 15/12/2012, 21:07

Apresentação das regras relacionadas ao projeto e desenvolvimento de chassis e motores na GPM.
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Projetos

Mensagem  Saimon em 10/1/2013, 22:04

Os Projetos no GPM são executados pelos engenheiros e têm várias finalidades: conceber um novo chassi ou motor ou desenvolver upgrades/componentes para um chassi ou motor já pronto. Os engenheiros não podem trabalhar em dois projetos ao mesmo tempo, sejam de chassi, motor ou upgrades, e só é permitido um projeto ou upgrade por mês por equipe. Além disso, cada projeto pode ser feito por apenas um engenheiro. Outro ponto importante é que os projetos devem ser programados com antecedência, pois quando um mês já começou, não é mais possível programar desenvolvimentos para aquele mês em andamento. Quanto aos custos, tem-se o seguinte:

- Custo para projetar e montar um chassi, câmbio, ou upgrade: $400 por ponto de atributo;

- Custo para montar uma cópia do chassi, câmbio, ou upgrade: $100 por ponto de atributo;

- Custo para projetar um motor e montar um lote: $400 por ponto de atributo, mais $400 por cada 0,1 km/l de consumo. Cada lote possui 4 cópias do motor;

- Custo para montar um lote de cópias do motor: $100 por ponto de atributo.

Os custos referem-se ao projeto em si, do chassi, câmbio, motor ou do upgrade, onde estão inclusos os custos de pesquisa, testes e da construção de um exemplar ou lote. Já o custo para montar uma cópia do chassi ou um lote de cópias do motor diz respeito à reprodução de uma cópia ou um lote de um projeto já pronto. Por exemplo, caso a equipe queira fazer um upgrade de 6 para 7 em um atributo de seu chassi, e fazer o mesmo em seu outro carro, deve gastar $500, onde $400 referem-se ao projeto e a instalação dos componentes projetados em um dos chassis, e $100 seria para instalar os mesmos componentes no outro carro. Os projetos de upgrades só valem para o modelo para o qual foram projetados, não podendo ser instalados em outros modelos, caso estes não sejam idênticos ao primeiro. Os upgrades de motores funcionam do mesmo jeito que os upgrades de chassi, tendo a equipe que pagar os $100 cada vez que for instalar os componentes já projetados em um motor novo, já tendo gasto $400 para projetar o upgrade e instalar em um único motor.

Para auxiliar nos desenvolvimentos, a equipe pode construir uma Fábrica. Toda equipe começa apenas com uma Garagem, onde fica a sede da equipe e são feitos os desenvolvimentos. Ao construir uma Fábrica, a equipe dispõe de uma estrutura maior e mais moderna, abrigando sua sede, setor de desenvolvimento e fabricação de peças. Com isso, todas as ações de desenvolvimento, upgrades, montagem de cópias de chassis e motores se tornam mais rápidas, possibilitando à equipe trabalhar em mais desenvolvimentos durante o ano. Quanto aos custos, tem-se o seguinte:

- Construção da Fábrica: $100000. A Fábrica leva 6 meses para ficar pronta, sendo os custos distribuídos uniformemente neste período. Os trabalhos na garagem da equipe não são afetados neste período;

- Manutenção da Fábrica: $500 por mês, que cobrem os custos de pessoal e equipamentos.

Ao conceber um novo chassi ou motor, o engenheiro precisa de 6 meses fictícios, ou 4 meses se a equipe tiver uma Fábrica, obrigatoriamente contínuos, para realizar o projeto. O valor total do projeto será dividido em 6 ou 4 parcelas, a serem pagas em cada um dos meses de duração do projeto. É possível desistir do projeto antes do fim, porém as parcelas já pagas do projeto não serão devolvidas. Os atributos do chassi/motor novo podem ser no máximo iguais aos atributos do engenheiro que está projetando. Para o Consumo dos motores, o limite é obtido a partir da Potência do motor que está sendo projetado. Caso o projeto seja com Potência = 10, o motor não pode fazer mais que 1,7 km/l. Se a Potência for 9, não é possível fazer mais que 1,9 km/l, e assim por diante, sempre aumentando 0,2 km/l para cada ponto a menos de Potência, até um limite tecnológico de 2,3 km/l.

Importante: existem algumas regras específicas para o desenvolvimento de motores. Propulsores muito grandes geram dificuldades no desenvolvimento do projeto aerodinâmico dos carros, principalmente nos carros-asa. O critério para determinar o tamanho do motor, caso o mesmo seja do tipo aspirado, é o atributo potência. Quando maior a potência, convenciona-se que o tamanho do motor é maior. Sendo assim, pode-se estabelecer a seguinte relação:
- Carros equipados com motores aspirados com potência 10, podem ter no máximo 8 no atributo aerodinâmica;
- Carros equipados com motores aspirados com potência 9, podem ter no máximo 9 no atributo aerodinâmica;
- Carros equipados com motores aspirados com potência igual ou menor a 8 não geram restrições no atributo aerodinâmica.
Outros pontos a serem considerados:
- Mesmo que o projeto do chassi seja desenvolvido anteriormente com atributo aerodinâmica 9 ou 10, assim que for instalado o motor estes pontos são perdidos, dependendo da potência do motor conforme definido acima;
- Ao se fazerem upgrades na potência do motor, os pontos adicionais geram também a perda de aerodinâmica conforme critérios acima;
- Acertos na potência do motor não influenciam no atributo aerodinâmica, mesmo que após o acerto o motor fique com potência 9 ou 10;
- Motores turbo, pelo fato de serem mais compactos que os aspirados, não influenciam no atributo aerodinâmica dos carros, independente da potência que tiverem;
- Motores turbo só podem ser desenvolvidos completamente ou com upgrades por engenheiros de motores turbo, enquanto motores aspirados só podem ser desenvolvidos completamente ou com upgrades por engenheiros de motores aspirados;
- A partir de 1987, carros equipados com motores turbo sofrerão perda de 2 pontos na Leveza do chassi, devido regulamento técnico da F1 que determina que os carros com motor turbo terão peso mínimo 40 kg superior aos equipados com motor aspirado. Ou seja, se o carro com motor turbo tiver Leveza do chassi = 9, será considerado apenas 7, se tiver Leveza = 8 será considerado 6 e assim por diante.

Para desenvolver um sistema de câmbio separado, o engenheiro precisa de 4 meses fictícios, ou 2 meses se a equipe tiver uma Fábrica, obrigatoriamente contínuos, para realizar o projeto. O valor total do projeto será dividido em 4 ou 2 parcelas, a serem pagas em cada um dos meses de duração do projeto. É possível desistir do projeto antes do fim, porém as parcelas já pagas do projeto não serão devolvidas. Os atributos do câmbio novo podem ser no máximo iguais aos atributos do engenheiro que está projetando. O desenvolvimento de câmbio separado é utilizado quando a equipe desenvolve o chassi sem este componente, a fim de utilizar o mesmo de terceiros, e resolve depois passar a ter o mesmo de fabricação própria. Portanto, um sistema de câmbio separado só pode ser projetado e incorporado a um chassi depois de o projeto do chassi ter finalizado. Além disso, cada sistema de câmbio projetado separado só é aplicável para um chassi, não podendo ser removido e instalado em outro após o uso. Não será possível também projetar um sistema de câmbio separado para instalar em um chassi que já tenha câmbio desenvolvido pela própria equipe (não-terceirizado).

Ao desenvolver upgrades para um chassi ou motor já pronto, valem as mesmas regras de limite de atributos a partir do engenheiro mencionadas acima. Porém, cada atributo de um chassi ou motor já pronto pode aumentar no máximo dois pontos, durante toda a sua vida. A duração do desenvolvimento de um upgrade de 1 ponto em algum atributo é de 2 meses fictícios, obrigatoriamente contínuos, ou 1 mês se a equipe tiver uma Fábrica. O custos do desenvolvimento são divididos em duas parcelas, caso a equipe não tenha uma fábrica. No caso dos motores, só é possível aumentar 2 pontos no motor todo. Além disso, no caso de motores e chassis, depois de feito o upgrade não é mais possível retirá-lo ou transferi-lo para outro motor/chassi, nem em caso de quebra.

Importante: qualquer chassi ou motor só poderá ser modificado por apenas dois engenheiros diferentes, além do projetista original. Entende-se como modificação o desenvolvimento de upgrades para aquele chassi/motor ou desenvolvimento de sistema de câmbio ou freios para aquele chassi.

Para copiar um chassi, câmbio ou motor, basta gastar o valor mencionado anteriormente. O prazo para se fazer uma cópia de um chassi, câmbio ou lote de motores próprios é de 1 mês (ou 1/2 mês se a equipe tiver uma Fábrica) e não influencia no trabalho dos engenheiros em desenvolvimentos e upgrades. Não é necessário ter engenheiro para copiar um chassi ou motor próprio. No caso dos motores, para correr uma temporada completa é obrigatório fabricar 3 lotes de motores, sendo o primeiro fabricado junto com o desenvolvimento do motor, e os outros dois cobrados nos meses 5 e 8. Caso a equipe utilize um motor já usado em uma temporada anterior, o primeiro lote será cobrado no mês 2, e os demais permanecem sendo cobrados nos meses 5 e 8.

Importante: só é possível programar o projeto de um chassi, câmbio, motor ou upgrade dentro do período de contrato do engenheiro que irá executar, ou seja, o engenheiro terá que ter contrato já assinado para toda a duração do desenvolvimento. Obs.: opções de renovação ainda não assinadas não contam como duração válida do contrato.

Existe ainda a regra da depreciação. Se um chassi for construído (finalizado) nesta temporada com 10 em todos os atributos, na temporada seguinte ele perderá 1 ponto em cada atributo, ficando com 9 em cada. Na próxima perderá mais 1 ponto e assim por diante. Ou seja, quanto mais antigos vão ficando os modelos, piores eles serão, perante as novas tecnologias que surgem. É possível manter os atributos do chassi através de upgrades, ao longo de duas temporadas (já que pode-se aumentar os atributos em até dois pontos), mas continuam valendo as regras citadas anteriormente. Um chassi só não sofre depreciação de uma temporada para outra se este for finalizado do mês 7 em diante e não seja usado em nenhuma ocasião até o fim da temporada corrente. No caso dos motores, a depreciação depende dos motores lançados pelos fabricantes, que podem causar a depreciação dos propulsores atuais ou não, podendo ainda ser de mais de 1 ponto. As depreciações de chassis e motores podem ainda ocorrer ou não por decisão especial da administração.
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